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Chá combate mau hálito e cáries |
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Written by Dr. Carlos Santos Silva
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27-Jun-2010 às 00:00 |
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Segundo um estudo do microbiologista americano Milton Schiffenbauer, da Universidade Independente Pace, dos Estados Unidos, as substâncias presentes no chá destroem os vírus e bactérias que causam infecções na garganta e problemas dentários como as cáries. A descoberta pode abrir caminho para adicionar elementos do chá em pastas dentífricas e elixires orais. Para o cientista, o chá verde é o que tem o melhor desempenho no combate aos microorganismos nocivos à higiene oral. Em geral, a eficiência é maior entre os tipos que contêm cafeína, como o chá preto, considerado a mais popular bebida do planeta. Mas estas não são os únicos benefícios do chá para a saúde oral. Um outro estudo norte-americano da Universidade de Illinois refere que a infusão pode servir para combater o mau hálito. Adianta a investigação que a acção do chá contra o mau hálito deve-se à presença na bebida de elementos conhecidos como polifenóis. Experiências em laboratório mostraram que os polifenóis reduzem o ritmo de desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. «Em determinado caso, o polyphenols matou cerca de 90 por cento das bactérias mais comumente associadas ao mau hálito em menos de 20 minutos», disse Christine Wu, professor da Universidade de Illinois na faculdade de Odontologia de Chicago. No entanto, o facto de que tomar bastante chá não significa descuidar a higiene oral, em todo o caso se se inibe de beijar por ter mau-hálito, o melhor é beber muito chá. |
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Written by Dr. Carlos Santos Silva
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27-Jun-2010 às 11:25 |
Segundo estudo da Medical College of Georgia, o chá preto, uma das bebidas mais consumidas no mundo, contém concentrações de flúor mais elevadas do que se pensava. A maioria dos estudos publicados referem que, por cada litro de chá preto, há entre 1 a 5 miligramas de flúor, mas este novo estudo mostra que o teor pode ser mais alto, atingindo os 9 miligramas. O flúor ajuda a prevenir cáries e a maioria das pessoas ingere uma quantidade segura, entre 2 a 3 miligramas por dia, seja através da água fluoretada, da pasta de dentes ou da alimentação. Contudo, o consumo excessivo de flúor durante um longo período pode conduzir a problemas ósseos, e os cientistas estimam que as pessoas tenham de ingerir um mínimo de 20 miligramas diários durante uma década para que o flúor constitua um perigo. Neste estudo, a equipa liderada por Gary Whitford verificou que a concentração de flúor no chá preto é maior do que se pensava após a análise de dados de 4 pacientes com fluorose esquelética avançada, uma doença rara nos EUA, causada pelo consumo excessivo de flúor e caracterizada por dores articulares e danos nos ossos. Curiosamente, o elo entre estas pessoas era o consumo de quase dois litros da bebida por dia nas últimas décadas. Os cientistas também constataram que a maioria dos estudos que aferiam os níveis de flúor no chá usava um método que não tinha em conta a quantidade do mineral que se combina com o alumínio para formar fluoreto de alumínio insolúvel – que não é detectável pelo eléctrodo de flúor. Os investigadores do Medical College of Georgia compararam então o antigo método com a técnica de difusão actualmente usada, que rompe a ligação entre o alumínio e o fluoreto, de modo a que todo o flúor das amostras de chá possa ser extraído e medido. Com o novo método de análise, os investigadores compararem 7 marcas de chá preto dissolvido em água deionizada e constataram que a quantidade de flúor registada em cada amostra foi entre 1,4 e 3,3 vezes maior do que a registada pelo antigo método de cálculo. |
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Last Updated ( 27-Jul-2010 às 11:26 )
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Doença periodontal revela risco para diabetes |
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Written by Dr. Carlos Santos Silva
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22-Jul-2010 às 13:45 |
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Um estudo da Universidade de Nova Iorque anuncia que 93% das pessoas que apresentam doença periodontal podem ser consideradas de alto risco para o desenvolvimento da diabetes. Segundo este estudo, publicado no Journal of Public Health Dentistry, a visita ao dentista poderá ser uma oportunidade para identificar esses pacientes que precisam de acompanhamento para diagnóstico da doença, sendo um passo uma triagem inicial para a diabetes, O estudo baseou-se em análises de dados de quase 3 mil pessoas que não tinham diabetes, tendo os resultados indicado que entre aqueles sem os problemas orais, 63% tinham elevado risco de desenvolver diabetes, contra 93% daqueles com a doença gengival. Metade dos pacientes com doença periodontal que integraram o estudo visitaram o dentista no ano anterior á pesquisa. A Associação Americana da Diabetes aconselha a triagem da doença a pessoas com mais de 45 anos que apresentem excesso de peso, ou seja, índice de massa corporal igual ou superior a 25. É também recomendada a triagem a pessoas com 40 anos que tenham peso a mais e, pelo menos, um dos factores de risco para a doença. |
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